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quarta-feira, 8 de junho de 2011

CANCELAMENTO DO ENCONTRO NACIONAL DOS ESTUDANTES DE HISTÓRIA DE 2011 NA UFSC

Pessoal, segue o link da nota emitida pela Comissão Organizadora do XXXI Encontro Nacional dos Estudantes de História, juntamente com o Conselho Nacional de Entidades de História e o Centro Acadêmico Livre de História da UFSC, informando e justificando o CANCELAMENTO do ENEH 2011 em Florianópolis.

Ressaltamos que neste momento de difícil conjuntura para a organização dos estudantes de história, é fundamental a colaboração para a  construção da Federação do Movimento Estudantil de História (FEMEH).

Entendemos como necessidade, ampliar as discussões com os estudantes de história da UFU, acerca de questões que norteiam nossa formação e futura profissão. Visto isso, propomos q construamos espaços locais para que importantes discussões incentivadas pela FEMEH, ainda assim, se efetivem aqui.

NOTA DE CANCELAMENTO DO ENEH 2011 EM FLORIANÓPOLIS

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domingo, 5 de junho de 2011

Fotos da Atividade “Professores de História: trabalho organização e desafios”


A atividade “Professores de História: trabalho organização e desafios”, que fechou o Ciclo de Debates CAHIS, ocorreu no dia 03/06 e contou com a contribuição dos professores Ângelo Barcelos Silveira, professor de história da rede estadual de ensino, organizado no campo de oposição no Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE) e da Professora Lucimar D. Alvarenga Prata, pedagoga, professora de história nas séries iniciais do ensino fundamental na Escola de Educação Básica da UFU (ESEBA).
            A discussão contribuiu de forma ampla e fundamental para o conjunto de discussões acerca da educação e da profissão docente. Foi colocada a função social da escola no contexto neoliberal, evidenciando, pelas experiências dos professores e estagiários, o movimento progressivo de precarização do sistema educacional público, apontando para a necessidade de organização dos profissionais da educação frente às políticas educacionais postas.
Pensou-se sobre as atuais políticas governamentais para a educação, coincidentes com as diretrizes convencionadas por órgãos internacionais como o Banco Mundial, BID e da CEPAL, explicitando a expansão da lógica neoliberal e mercadológica para a educação em todos os níveis. Não poderiam faltar também observações sobre a falta de financiamento e o progressivo sucateamento das universidades públicas nos últimos anos e o recente contingenciamento de verbas, realizado pelo governo Dilme, que anuncia a subtração de R$ 1 bilhão nas verbas para o Ministério da Educação.
Nesse sentido, refletiu-se sobre as necessidades e dificuldades para a organização da ação coletiva dos professores em defesa da qualidade da educação da pública e da valorização do trabalho docente, percebendo a necessidade do resgate da reflexão crítica e da consciência coletiva desde a formação acadêmica dos futuros professores, debate que atualmente vem sendo omitido dentro da academia, que acaba por se inserir e reproduzir a lógica neoliberal e produtivista vigente.
            






quinta-feira, 2 de junho de 2011

Fotos da atividade “Os obstáculos na Formação dos Estudantes Trabalhadores”

A atividade “Os obstáculos na Formação dos Estudantes Trabalhadores” ocorreu no dia 24/05, parte do o Ciclo de Debates CAHIS. A discussão trouxe como foco a dicotomia entre o trabalho e a formação universitária ampla.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), a proporção de universitários que trabalham passou de 63%, em 1998, para 71% em 2008. Percebemos também o aumento de matrículas nos cursos noturnos, as matrículas neste período passaram de 56% a 62% do total entre 2000 e 2008, segundo censo do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).

Na discussão pudemos perceber as limitações impostas aos estudantes que, antes ou depois do turno de aulas, enfrentam uma jornada de trabalho, quanto ao efetivo acesso ao tripé Ensino-Pesquiva-Extensão. As atividades de integração curricular, bem como demais espaços que possibilitam a vivência e formação ampla dentro da universidade não contemplam as possibilidades destes estudantes, bem como se tornam fatores excludentes destes.

As contribuições acerca do tema possibilitaram também a reflexão sobre o atual modelo educacional vigente, cada vez mais voltado para a formação profissional de forma técnica.

Percebemos a necessidade de continuidade desta discussão bem como da construção de alternativas e reivindicações quanto à efetividade do direito ao tripé universitário e a uma formação ampla e igualitária, focada na formação humana de sujeitos ativos e críticos.